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Quanto tempo gastar em cada questão da prova de concurso público?

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quanto tempo gastar em cada questão de concurso público?
quanto tempo gastar em cada questão de concurso público?

Concurso público demanda muitas habilidades. Além de dominar o assunto (é claro), você deve controlar o nervosismo e administrar o tempo de prova para resolver todas as questões dentro do prazo. É sobre esse último item que vamos falar hoje.

Desafios para equilibrar o tempo de prova

Digamos que o edital do certame preveja 80 perguntas objetivas e quatro horas de duração. Isso significa que você terá uma média de três minutos para resolver cada questão, certo?

Errado. O tempo total de prova não diz respeito apenas a essa parte. Ele também inclui o preenchimento da folha de respostas, além de eventuais saídas para tomar água ou ir ao banheiro.

Sim, os intervalos serão necessários. Mesmo que você não sinta sede, talvez precise tirar os olhos do papel uma vez ou outra. O descanso ajuda a organizar melhor as ideias (mais ou menos como na técnica Pomodoro, sabe? Períodos de estudo focado intercalados por breves pausas).

E tem mais: algumas matérias do concurso são mais difíceis que outras. Logo, não poderíamos estimar um tempo máximo para resolver cada questão. Vai depender da complexidade – e da sua familiaridade com temas complicados.

Dicas para gestão do tempo de prova

Diante desses desafios, preparamos uma lista de sugestões para você controlar o tempo da prova durante a aplicação do concurso. Acompanhe.

  1. Faça simulados

A rotina de estudos não se resume à leitura das apostilas. Frequentemente, é importante realizar exercícios de revisão.

Os simulados são um ótimo mecanismo de treino. Você não só testa seu nível de conhecimento, como também vai adquirindo resistência física e psicológica para enfrentar o certame.

Cada nova experiência é um passo rumo ao sucesso. Aos poucos, o pensamento vai ficando mais ágil e você ganha velocidade para responder às perguntas em menos tempo.

  1. Comece pelas questões fáceis

Se você esbarrar numa questão difícil logo na largada, vai queimar muitos neurônios e gastar minutos preciosos da prova. Aí, com o relógio correndo sem parar, é inevitável que bata o desespero para dar conta do resto.

Mantenha a calma. Estabilidade emocional é muito importante nessas horas.

Resolva primeiro o conteúdo que você domina. Não entendeu o enunciado? Parta para o próximo sem dó. É melhor garantir os acertos naquilo que a gente realmente sabe. Depois, sobrando tempo, ainda dá para retomar as questões em aberto.

  1. Reserve meia hora para o gabarito

Um detalhe crucial de todo concurso público é o preenchimento da folha óptica de respostas. Esse procedimento deve ser feito com calma para evitar deslizes. Lembre-se: material rasurado ou rasgado pode ser anulado!

Alguns candidatos preferem ir marcando as respostas uma a uma na ficha, conforme vão avançando na prova. Outros deixam tudo para o final. Vale testar as duas estratégias nos simulados para ver qual é mais produtiva. 😉

Independentemente de sua escolha, destine pelo menos meia hora à tarefa. Aproveite para conferir se você assinou o cartão e preencheu todos os campos obrigatórios.

Gostou das dicas? Então acesse os links ao longo do artigo e se aprofunde nos demais assuntos! E não deixe de acompanhar as novidades do nosso blog. Toda semana, trazemos informações para quem quer ingressar no serviço público. Até a próxima!

Oficial de Justiça classe O ou classe PJ-H: quais são as diferenças?

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Diferenças sobre Classe O e PJ-H, no concurso de Oficial de Justiça do TJRS.
Diferenças sobre Classe O e PJ-H, no concurso de Oficial de Justiça do TJRS.

O tão aguardado concurso para Oficial de Justiça do TJ/RS – classe O ocorre no próximo dia 16 de fevereiro. Porém, essa não é a única oportunidade de concorrer a uma vaga no Tribunal de Justiça do Estado. Outro certame, dessa vez para a classe PJ-H, deve sair em breve.

A similaridade dos cargos talvez confunda alguns candidatos. Afinal, qual é a diferença entre oficial de justiça classe O e oficial de justiça classe PJ-H? Por que há provas distintas para cada uma das modalidades? Siga conosco e tire suas dúvidas.

Atribuições do oficial de justiça no TJ/RS

Ambos os cargos aqui mencionados são para Nível Médio. Qualquer pessoa que tenha concluído essa etapa dos estudos pode se candidatar às vagas, independentemente de estar cursando faculdade de Direito ou não.

No entanto, as semelhanças meio que terminam por aí. Vamos às particularidades de cada cargo.

O servidor classe PJ-H atua no primeiro grau da jurisdição, isto é, nos fóruns. A vaga pode ser destinada tanto para a comarca de Porto Alegre quanto para comarcas no interior do Rio Grande do Sul.

Cabe a esse oficial de justiça cumprir mandados e diligências. Algumas das principais atividades são as citações, as notificações e as intimações. Além disso, o profissional pode realizar pregões e executar outras tarefas determinadas pelo regulamento do TJ/RS.

Já o servidor classe O trabalha no segundo grau da jurisdição – no caso, a sede do Tribunal de Justiça, em Porto Alegre. Suas atribuições consistem em assegurar que as sessões de julgamento transcorram sem imprevistos. Para isso, a pessoa prepara as salas, organiza os processos e fornece informações necessárias aos visitantes.

Eventualmente, um oficial de justiça dessa categoria pode fazer pregões e cumprir mandados judiciais. Tudo depende das demandas do órgão.

Bem, agora ficou fácil entender por que se fazem concursos diferentes, né? Os cargos são parecidos apenas no nome, embora tenham características bem particulares.

Prepare-se para o concurso do TJ/RS

O último concurso para Oficial de Justiça do TJ/RS – classe PJ-H venceu em 2018. Já existe autorização para a realização de uma nova prova, então é apenas uma questão de tempo para que mais informações sejam divulgadas. A previsão é de que o certame seja anunciado ainda no primeiro semestre de 2020.

Por enquanto, sabe-se que haverá 24 vagas disponíveis para preenchimento imediato. Não há detalhes sobre banca avaliadora, muito menos publicação do edital. Mesmo assim, você deve começar sua preparação. Quanto antes der início aos estudos, mais tempo terá para assimilar o conteúdo e realizar simulados.

O curso extensivo EAD do Andresan Cursos & Concursos é uma ótima maneira de se preparar. São 396 videoaulas para você assistir a qualquer momento, em qualquer lugar que estiver. Tenha acesso a uma equipe de professores qualificados e conheça tudo o que precisa saber para conquistar a aprovação!

Quer mais dicas para prestar um concurso público com segurança? Então confira nosso glossário com 18 termos comuns a essas provas. E aproveite para acompanhar as atualizações de nosso blog! Toda semana, trazemos novidades para ajudar você na lida concurseira. Até a próxima!

Concurso Público: quando e por que entrar com recurso

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Quando e por que entrar com recurso após um concurso público
Quando e por que entrar com recurso após um concurso público

A banca do concurso público pode falhar. Assim que o gabarito preliminar é divulgado, alguns candidatos encontram erros nas respostas, ou mesmo na formulação das questões. Chega o momento, então, de entrar com recurso no concurso público. Essa ferramenta pode, inclusive, melhorar sua classificação geral. Confira!

Como funciona o recurso em concurso público

Uma única questão errada pode fazer a diferença entre a aprovação imediata e o cadastro de reserva (ou pior: entre a aprovação e a eliminação). Portanto, cada ponto a mais deve ser buscado.

Se você discorda do resultado da prova – e tem certeza de que está com a razão –, deve avisar à entidade examinadora que há um equívoco. Isso é feito por meio da ferramenta de recurso.

As regras para realização do procedimento constam no edital do concurso. Geralmente, estipula-se um prazo de 48 horas, a partir da divulgação do primeiro gabarito, para se interpor recurso no próprio site da banca. Ou seja, é preciso acompanhar cada etapa do processo atentamente.

Cabe ao candidato explicar qual questão está errada e por quê. E as situações variam. Às vezes, há mais de uma resposta correta para o enunciado, ou então a alternativa certa não foi assinalada como deveria. Em certas ocasiões, há cobrança de matérias que não estavam previstas no edital, algo que também pode ser contestado via recurso.

Após o período para envio das reclamações, os examinadores analisam os pedidos e divulgam a versão definitiva do gabarito. Se houver mudança decorrente de uma falha anterior, a banca anula a questão original. O mais provável é que todos os participantes recebam a pontuação, como se tivessem acertado a pergunta.

Porém, as regras variam. Há casos em que apenas as questões válidas são consideradas para o cálculo da nota final. Sendo assim, caso ocorra alguma anulação, as questões remanescentes passarão a ter um peso maior. Na dúvida, consulte o edital para saber qual será o protocolo adotado.

Como interpor recurso para a banca avaliadora

Notou problemas no gabarito? Aqui vão algumas dicas para você redigir um recurso de concurso público.

  1. Tenha objetividade

Muitos formulários on-line estipulam um limite de caracteres para a redação do recurso. Vá direto ao ponto.

  1. Use as próprias palavras

Existem modelos prontos de recursos circulando pela internet. Você pode usá-los como inspiração, mas não os copie. Textos padronizados são ignorados pela banca.

  1. Mantenha a formalidade

Evite gírias e construções muito coloquiais. Lembre-se de que se trata de uma ferramenta formal. Espera-se decoro e respeito à autoridade.

  1. Controle suas emoções

Equilíbrio emocional é tudo. Argumentos que apelem para a raiva ou a comiseração nunca funcionam muito bem. Fuja de frases do tipo “preciso passar nesta prova para melhorar de vida” ou “os erros da banca são inaceitáveis”.

  1. Utilize bibliografia

Procure jurisprudências, gramáticas, materiais didáticos ou quaisquer outras referências que justifiquem o seu posicionamento. Elas darão mais credibilidade ao ponto levantado. E, claro, cite as fontes utilizadas.

Gostou do artigo de hoje? Então continue de olho em nosso blog para saber das novidades sobre concurso público. Bons estudos!

Passou no concurso? Cuidado para não perder a nomeação

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Depois de meses de estudos, passar num concurso público é a melhor recompensa que um candidato pode ter. Porém, a jornada não termina aí. É preciso ficar de olho na data da nomeação. Quem deixa o prazo passar perde a vaga! E ninguém quer jogar fora o resultado de tanto esforço, né?

Nomeação no concurso e as responsabilidades do candidato

A nomeação é uma etapa posterior à aprovação na prova. Ela serve para oficializar que a pessoa será empossada no cargo público.

Basicamente, o que ocorre é a veiculação dos nomes dos indivíduos selecionados para a vaga. A publicação é feita no Diário Oficial – do Estado ou da União, dependendo da natureza do concurso.

A partir da data da nomeação, o candidato tem 30 dias para comparecer pessoalmente ao órgão público. Talvez ainda seja necessário entregar alguns documentos e realizar exames antes da posse. Todos esses detalhes constam no edital do certame.

E chegamos à pegadinha. Geralmente, as regras dos editais são bastante sucintas nesse sentido: “a nomeação será publicada no Diário Oficial”. Em nenhum momento se fala em convocação via e-mail ou telefone.

É exatamente isso. Conforme a lei, as entidades públicas não têm obrigação de informar, por essas vias, que os aprovados no concurso foram nomeados para a vaga. Cabe a cada pessoa, individualmente, acompanhar os canais oficiais e verificar se a nomeação para o cargo já saiu.

Não conferi a nomeação, perdi o prazo. E agora?

Se você perdeu o prazo para se apresentar ao órgão público, o mais provável é que a vaga seja repassada à próxima pessoa na lista de aprovados. Portanto, reiteramos a importância de conferir o Diário Oficial regularmente.

Contudo, ainda há meios de vencer a batalha. Existem escritórios de assistência jurídica especializados nesse tipo de caso. Procure um profissional da área e verifique quais são suas chances de tomar posse.

Há, inclusive, jurisprudência favorável aos candidatos, principalmente quando o concurso é para cadastro de reserva. Numa situação dessas, pode demorar anos até que surja uma vaga na entidade em questão. Sendo assim, os tribunais consideram que não seria razoável monitorar o Diário Oficial por um período indeterminado.

No mais, nada impede que algum representante do órgão entre em contato com você por telefone, e-mail ou carta. Mesmo que a prática não seja obrigatória, ela pode ser comum em algumas secretarias e corporações. Por isso, também é essencial manter os dados pessoais atualizados na plataforma de cadastro.

Guia para não perder a nomeação

Reiterando, então, aqui vão algumas dicas para você ingressar na carreira pública sem transtornos:

  • Leia atentamente o edital do concurso;
  • Observe as datas previstas para divulgação da lista de aprovados e a posterior nomeação aos cargos;
  • Verifique se há outras orientações, como apresentação de documentos e exames antes da posse;
  • Acompanhe o Diário Oficial para saber notícias relativas ao certame;
  • Participe, também, de grupos de concurseiros nas redes sociais. Esse costuma ser um bom meio para troca de informações.

Esperamos que o artigo de hoje tenha sido útil para você. Gostou? Então siga acompanhando as novidades do nosso blog. Toda semana, temos material inédito para quem está em busca da aprovação num concurso público. Até a próxima e bons estudos!

Como organizar a agenda de estudos do concurseiro

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Como organizar a agenda de estudos do concurseiro?
Como organizar a agenda de estudos do concurseiro?

Preparação para concurso público vai além da leitura de apostilas. É preciso ter organização. Nesse ponto, a agenda de estudos do concurseiro pode ser uma importante ferramenta no caminho até a prova. Confira algumas dicas de como planejar seu dia a dia.

Agenda de estudos: invista num planner

O primeiro passo para montar uma rotina de estudos é analisar o tempo que você tem. Muitos estudantes se dividem entre as aulas e o trabalho, ou mesmo dedicam-se a tarefas domésticas.

Qualquer que seja a sua realidade, prepare-se para ter um horário fixo, todos os dias, exclusivo para leituras e exercícios de revisão. Depois, comece a desenhar seu cronograma de atividades dentro desse período.

Existem muitas técnicas de produtividade (e, inclusive, já falamos delas aqui). A maioria indica que o segredo para o sucesso está em pegar uma grande meta e quebrá-la em metas menores. No caso, para você dominar o conteúdo da prova, deve estudar um pouco da matéria a cada dia.

É aí que entra a relevância do planner. Não se trata apenas de uma agenda de estudos, mas, sim, de um método para organizar tarefas de curto, médio e longo prazos.

Tanto faz se você utiliza um caderninho ou um aplicativo no celular. O importante é visualizar o calendário, pois, assim, fica mais fácil distribuir as demandas conforme o tempo disponível.

Então, basta seguir o plano e realizar as atividades previstas para cada dia. Em breve, seu conhecimento vai dar um salto!

Dica: lembre-se das revisões pelo menos uma vez por semana. Inclua simulados na agenda, também.

Agenda do concurseiro deve acompanhar as datas importantes

É possível preparar-se para concurso público mesmo antes do lançamento do edital. Ainda assim, você deve ficar de olho na divulgação desse documento.

O texto inclui as principais datas relativas ao certame. Vão constar, por exemplo, o prazo máximo para pagar a taxa de inscrição, o período para apresentar documentos (se for necessário) e, claro, o dia da prova.

Insira essas informações no seu planner. Dessa maneira, diminui-se o risco de esquecimento.

Já pensou se você se distrai com os estudos e deixa de cumprir com uma das etapas obrigatórias? A consequência será a eliminação do processo seletivo, de modo que todo seu esforço até o momento será desperdiçado. Melhor prevenir uma situação tão chata, hein?

No mais, acompanhar os dados do edital ajuda a planejar a agenda de estudos. O dia da prova será a data-limite. Todo o cronograma de tarefas que você definir terá que ser executado até essa ocasião. Aliás, o ideal é finalizá-lo pelo menos uma semana antes, sobrando mais tempo para revisar o material, descansar e diminuir a ansiedade.

Resumindo: preste atenção ao calendário, organize um cronograma e siga um plano de estudos constante. Disciplina e organização potencializam o conhecimento de quem quer passar em concurso.

Gostou das dicas? Acesse os links ao longo do artigo e confira mais posts sobre o assunto! Esperamos que os conselhos sejam úteis e que você tenha um futuro brilhante na carreira pública.

Bons estudos e até a próxima!

Português para concurso e seus níveis de exigência

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Português para Concurso: conheça os níveis de exigência
Português para Concurso: conheça os níveis de exigência

Esta é a disciplina que estudamos a vida inteira e que cai em todo concurso público. Sim, estamos falando da Língua Portuguesa. Apesar da onipresença e da importância do Português para concurso nas provas14, ainda tem muito candidato receoso quanto ao nível de exigência das bancas. Por que será?

Graus de dificuldade de Português para concurso

Em geral, o grau de dificuldade das questões é determinado conforme o tipo de vaga que a pessoa esteja disputando. Um concurso para cargo de Nível Médio provavelmente será mais fácil que um certame de Nível Superior.

O conteúdo programático é outro fator que pesa bastante. Regência, concordância, crase, pontuação e colocação de pronomes, por exemplo, são temas recorrentes em processos seletivos. Se o indivíduo tinha problemas para entender a matéria na escola, talvez demore um pouco mais para captar os macetes da língua na vida adulta.

Porém, o maior desafio relacionado a Português para concurso público é a falta do hábito de leitura entre os candidatos. Faz tempo que as entidades examinadoras têm deixado de lado a decoreba. Em vez de cobrar regras gramaticais, elas esperam que a pessoa domine a interpretação de textos.

Não é raro encontrar enunciados longos, com trechos retirados de obras literárias, ou mesmo de documentos técnicos. Nesses casos, é preciso controlar a pressa. Deve-se ler tudo com atenção, compreender o texto e relacionar ideias. É assim que se chega ao resultado correto.

Agora, responda com sinceridade: quantos livros você lê por mês? Quando está no intervalo do trabalho, ou no ônibus a caminho de casa, prefere mergulhar nas páginas de uma história ou conferir as atualizações das redes sociais?

Eis o segredo. Apenas lendo com frequência é que a gente consegue melhorar a interpretação textual.

Claro que conhecer a gramática normativa também é necessário – até porque utilizamos um português muito informal no dia a dia, diferente do que se espera no serviço público. No entanto, você pode decorar as regras de cabo a rabo e, ainda assim, sem a prática da leitura, fica difícil absorver a teoria.

Como superar os níveis de exigência de Língua Portuguesa

Já deu para entender que grau de dificuldade não diz respeito apenas à escolaridade da pessoa, né? O que importa é a intimidade que cada um tem com nossa língua-mãe. Portanto, aqui vão algumas dicas para você se familiarizar ainda mais com o Português formal exigido em concursos públicos.

  1. Leia bons livros

A literatura, tanto a clássica quanto a contemporânea, funciona como uma ótima válvula de escape. Além de relaxar nos momentos de folga, você exercita o poder de atenção, estimula a imaginação e habitua-se a construções frasais mais elaboradas. Todas essas competências serão importantes na hora da prova.

  1. Conheça a banca

Estudar a partir de exames anteriores é uma ótima tática para melhorar o desempenho em Língua Portuguesa. Você se acostuma ao estilo da banca, o que diminui o medo quanto ao nível de exigência do certame.

  1. Matricule-se num curso preparatório

Para uma preparação ainda mais focada, busque ajuda de especialistas. Por exemplo, neste curso on-line, você tem acesso a 112 videoaulas superdinâmicas, onde resolvemos 500 questões de Português das provas da FGV. Tire suas dúvidas com o professor Andresan e fique cada vez mais perto da aprovação.

Esperamos que as dicas de hoje sejam úteis. Bons estudos!

Precisamos falar sobre a saúde mental dos concurseiros

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Precisamos estar atentos para a saúde mental dos concurseiros
Problemas de saúde pública mundial, os distúrbios da mente devem ser levados a sério pelos concurseiros.

Ansiedade, burnout e depressão são transtornos de saúde mental que podem atingir qualquer pessoa. Com uma rotina de estudos desgastante, concurseiros ficam um tanto suscetíveis a esses males. É por isso que você deve aprender a identificar os sinais de que algo está errado. Isso ajuda a ganhar mais qualidade de vida.

O que afeta a saúde mental dos concurseiros

A ansiedade costuma surgir quando antecipamos os problemas. Em vez de pensar no aqui e no agora, ficamos apreensivos com o que ainda vai acontecer. Isso gera preocupações excessivas, que muitas vezes tiram o foco das tarefas cotidianas.

Claro que algum nível de ansiedade é normal, principalmente quando lidamos com objetivos de longo prazo. (A aprovação num concurso público entra nessa categoria, já que demanda meses de preparação.) Nesses casos, como já explicamos aqui no blog, um pouco de organização e tempo para hobbies podem amenizar a inquietude.

Porém, algumas pessoas entram num estado permanente de aflição. Há, inclusive, sintomas físicos, como suor frio, palpitações e falta de ar. Eles indicam que a ansiedade já se transformou num distúrbio clínico e precisa ser tratada.

Outro transtorno cada vez mais discutido pelos especialistas em saúde mental é a síndrome de burnout. Como o nome em inglês indica, ela designa um “apagão” cognitivo. O paciente fica tão envolvido com metas de produtividade no trabalho – ou nos estudos – que esgota completamente sua capacidade produtiva. As atividades passam a ser cumpridas no automático. Não há mais motivação nem interesse em atingir bons resultados.

Esses indícios aparecem após meses de uma fadiga extrema. O indivíduo também pode sofrer de insônia, dores de cabeça e alterações de humor.

Novamente, trata-se de uma situação que extrapola o limite. Sentir cansaço depois de uma semana de estudos é comum. No entanto, quando um dia de folga é insuficiente para recuperar a energia, algo provavelmente não está bem.

Por fim, precisamos falar da depressão. Segundo a Organização Mundial da Saúde, essa doença atinge 5,8% dos brasileiros, um recorde na América Latina.

Não existe um motivo específico que desencadeie o quadro. Pode haver predisposição genética e fatores ambientais. Entre os concurseiros, o sentimento de frustração após sucessivas reprovações pode ser um gatilho importante. Só que nem sempre o estado depressivo surge na forma de tristeza. Há pessoas que apresentam raiva, apatia, sonolência e até dores físicas.

Como preservar a saúde mental durante a rotina de estudos

A seguir, listamos sugestões para você elevar seu bem-estar. Clique nos links e aprofunde a leitura em cada assunto.

  • Pratique o autoconhecimento e procure entender suas emoções.
  • Mantenha uma rotina de atividades físicas. O exercício libera neurotransmissores que ajudam a regular o humor.
  • Use as redes sociais para trocar ideias com outros concurseiros. Os grupos de apoio mostram que mais gente passa pelas mesmas dificuldades que você.
  • Pegue leve no consumo de café. Você deve ter uma boa noite de sono para a cabeça funcionar melhor.
  • Se, ainda assim, a barra estiver muito pesada, busque acompanhamento profissional. Um psicólogo auxiliará você a enfrentar os sentimentos ruins.

Tem mais alguma dica? Deixe um comentário! E aproveite para continuar de olho em nosso blog. Sempre trazemos novidades para quem quer ingressar na carreira pública. Bons estudos!

Concurso público: 5 dicas para a véspera da prova

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Confira as cinco dias para enfrentar a prova do concurso público.

Aqui no blog, nós já demos sugestões de como otimizar o tempo de estudos e como melhorar a concentração. Essas estratégias são bastante importantes na rotina preparatória para um concurso público. Porém, todo o seu esforço pode ir por água abaixo, caso você não observe alguns detalhes práticos.

Já imaginou perder o horário da prova porque o ônibus atrasou? E se a caneta falhar bem no momento de preencher a folha óptica? É para evitar esses transtornos que preparamos a lista a seguir. Confira dicas essenciais para a véspera do certame.

Véspera do concurso público demanda organização

Planejamento e disciplina são palavras de ordem na vida concurseira. Quem vive em meio a apostilas e cadernos conhece bem o valor da organização. Não seria diferente no período que antecede a prova, né? Só que, agora, precisamos deixar de lado as revisões de conteúdo e pensar na parte mais operacional. Acompanhe:

  1. Reúna todo o material necessário

Acordar e arrumar o material às pressas aumenta as chances de esquecer algo importante. Portanto, um dia antes do certame, prepare uma bolsa com tudo que você vai precisar.

Tenha pelo menos duas canetas pretas de corpo transparente. Se uma falhar, você pode usar a reserva. Não se esqueça de testá-las em casa!

Junte o lanche, garrafas de água e, claro, um documento de identificação com foto. Ainda, algumas pessoas levam protetores auriculares para bloquear possíveis barulhos da sala.

  1. Conheça o local da prova

O concurso será numa universidade que você nunca visitou? Que tal dar uma passadinha no campus para se familiarizar com o local?

Aproveite para conferir a estrutura do lugar. Veja se tem restaurantes por perto – algo importante para quem vai passar o dia inteiro na rua. Confira onde fica o estacionamento, ou então se há pontos de táxi e ônibus nos arredores.

  1. Organize a logística

Conhecer o local da prova também ajuda a pensar no melhor caminho para chegar até lá. O tempo de deslocamento pode agravar sua ansiedade, principalmente se você enfrentar muito trânsito.

Evite atrasos. Saia de casa com antecedência para não perder o horário de fechamento dos portões.

No mais, tenha sempre um plano B. Afinal, o pneu do carro pode furar, o ônibus pode atrasar e por aí vai.

  1. Relaxe

A véspera do concurso público não é hora para estudar matéria nova. A essa altura, você já aprendeu tudo aquilo que podia. Sendo assim, ocupe-se com atividades mais relaxantes. Assista a uma comédia na TV, leia um bom livro ou saia para passear com a família.

Só não abuse, viu? O corpo demanda descanso para que a cabeça possa funcionar bem durante a prova.

  1. Cuide da saúde

Isso leva à nossa última dica. Procure ingerir alimentos leves no dia anterior ao certame. Deixe as frituras de lado. Corte o álcool e o excesso de cafeína, também.

Uma dieta balanceada, além de ser mais saudável, vai proporcionar um sono de qualidade. Assim, você acordará com disposição para encarar as matérias mais difíceis e conquistar a tão sonhada carreira pública.

Gostou das sugestões? Tem mais alguma dica para a véspera da prova? Deixe um comentário! E não se esqueça de acompanhar o blog do Andresan para ficar por dentro das novidades sobre concurso público. Até a próxima!

Fiscalização de concursos públicos: como funciona?

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Saiba com é feita a fiscalização dos concursos públicos brasileiros.
Como é feita a fiscalização dos concursos públicos?

A fiscalização de concursos públicos é uma etapa fundamental para garantir a lisura do processo. Por isso, a aplicação da prova segue um esquema rigoroso de segurança. Essas medidas existem não só para evitar fraudes, mas também para assegurar que os candidatos tenham um tratamento isonômico, isto é, sem diferenciação.

Você já se perguntou como a equipe responsável se prepara para monitorar o certame? E se houver irregularidades, o que deve ser feito? Revelamos algumas informações a seguir.

Como atua a equipe de fiscalização de concursos

Todo concurseiro sabe que deve chegar cedo ao local de prova. Porém, quando os portões se abrem ao público, já há um pessoal lá dentro. É que os colaboradores geralmente se apresentam ainda nas primeiras horas da manhã. 

Essa equipe fica incomunicável com o mundo exterior. Celulares e outros dispositivos eletrônicos costumam ser recolhidos, como forma de impedir eventuais vazamentos de informações.

Em seguida, os trabalhadores preparam as salas. Eles observam a disposição das carteiras, mantendo-as devidamente afastadas umas das outras, e verificam se a iluminação e a ventilação estão adequadas.

Quando os candidatos começam a aparecer, os membros da equipe já devem estar em seus postos designados. Cada um cumpre uma função específica, que pode variar conforme as exigências da instituição organizadora do concurso público.

Os fiscais percorrem os corredores e os banheiros. Seu papel é evitar tumulto nessas áreas comuns. Por exemplo, quando um participante termina a prova, eles o orientam a sair da sala em silêncio e deixar o local. Assim, conversas paralelas não atrapalham a concentração de quem ainda estiver em atividade.

Outra tarefa desses colaboradores é observar movimentações suspeitas. Em alguns casos, operam-se inclusive detectores de metais nos concurseiros, se houver desconfiança de uso de ponto eletrônico ou outro sistema de telecomunicação.

Procedimentos de fiscalização dentro da sala de prova

Já os aplicadores, ou chefes de sala, ficam responsáveis em identificar os candidatos, verificando seus documentos e dados de inscrição. Eles também distribuem os cadernos de questões e dão anúncios gerais, como os horários de início e término do certame. Esse procedimento é padrão em todas as salas.

Durante a aplicação da prova, os colaboradores circulam entre as classes. Eles são treinados para perceber irregularidades, como pessoas que confiram anotações ou tentem “colar” de outra maneira. Esse cuidado não existe para amedrontar os participantes, mas, sim, para atestar que todos sigam as mesmas regras.

Ao fim do processo, os aplicadores ainda recolhem os cartões-resposta e as atas de presença. O material é entregue a um supervisor, que confere item por item. Por exemplo, se um candidato assinou o documento de presença, sua folha ótica com as respostas também deve estar ali, senão houve falha nos procedimentos.

A equipe de fiscais e aplicadores é liberada somente após a conferência dos materiais. Ou seja: além de chegar mais cedo, ela sai depois que todos os concurseiros já deixaram o local.

Apesar de todo esse esquema de segurança, pode ocorrer problemas. Por isso, se você notar falta de fiscalização no concurso, ou se a conduta dos colaboradores prejudicar o andamento da prova, cabe denúncia ao Ministério Público. O órgão poderá solicitar investigação criminal. 

Esperamos que o artigo tenha sido útil a você. Obrigado pela leitura e bons estudos!

Autoconfiança: o segredo para a aprovação no concurso

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Você está estudando para concurso há semanas e parece que não saiu do lugar. Pior ainda: fez a prova e não passou. Nessas horas, a primeira reação é duvidar da própria capacidade. Como manter a autoconfiança num cenário tão adverso?

É disso que vamos tratar hoje. Acreditar em si mesmo costuma ser o primeiro passo para qualquer conquista da vida, independentemente das dificuldades pelo caminho. Portanto, você deve aprender a valorizar suas qualidades e a melhorar os pontos fracos. Continue conosco para acompanhar algumas dicas.

3 maneiras de trabalhar a autoconfiança

Se tivéssemos que resumir o assunto de hoje em uma única recomendação, seria “tenha coragem”. Trata-se da ousadia para enfrentar os próprios temores e seguir adiante. Porém, convenhamos, nem todo mundo nasce tão destemido assim. Por isso, esmiuçamos o tema da autoconfiança em três passos.

  1. Desenvolva sua inteligência emocional

Nós já falamos de inteligência emocional aqui no blog. Essa é a capacidade de identificar os próprios sentimentos para poder controlá-los.

Durante a preparação para um concurso público, muitas sensações ruins podem atingir você. Tem a ansiedade que antecede a prova, o desânimo de estudar matérias difíceis e a vontade de jogar as apostilas pro alto para recuperar a vida social.

Você precisa identificar os sinais de que algo não vai bem. Quando os ânimos estão alterados, vale recorrer à meditação ou a outras técnicas para retomar o foco.

  1. Evite comparações

Poucos hábitos são tão prejudiciais à autoconfiança quanto comparar-se com outra pessoa. “Fulana já passou em três concursos públicos e eu ainda não consegui”. “Beltrano é fera em Direito Constitucional, mas eu não sei nada”.

Primeiro, aceite que você não é melhor em tudo. Depois, lembre-se de que cada pessoa tem um ritmo de aprendizado diferente. Na maioria das vezes, é preciso adquirir experiência, o que significa participar de vários certames até conquistar a aprovação. Raríssimos são os candidatos que passam de primeira.

E, mesmo recorrendo a técnicas de produtividade, há um limite de informações que seu cérebro conseguirá reter. Talvez você realmente demore mais tempo que a média para dominar algumas disciplinas. Tudo bem. Pense que, em vez de chegar rápido, o importante é chegar longe.

  1. Valorize sua caminhada

Quem acompanha nosso blog conhece bem esta dica: tenha um cronograma de estudos organizado. Destinar horários fixos para a tarefa ajuda a criar uma rotina. Assim, a preparação para o concurso se torna um hábito corriqueiro.

Além disso, há uma segunda vantagem. A estratégia de quebrar o grande objetivo (a aprovação) em objetivos menores (estudar um capítulo por dia, por exemplo) atribui um senso genuíno de progresso à sua caminhada pessoal. Ao fim de uma semana ou um mês, quando você fizer exercícios de revisão, verá que aprendeu bastante coisa.

Tal constatação fará muito bem à sua autoconfiança. Você vai perceber que, sim, está no caminho para o sucesso.

É provável que você ainda duvide da própria capacidade. Pode ser que questione, até mesmo, se tem vocação para a carreira pública. No entanto, aos poucos, a insegurança vai ficando para trás – e o que sobra é a determinação para transformar sonhos em realidade.

Gostou das dicas? Acha que trabalhar a autoconfiança ainda é um obstáculo? Deixe seu comentário! E não se esqueça de continuar de olho no blog do Andresan – Cursos & Concursos para saber das novidades.