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Estude português para se tornar Promotor de Justiça do MP/RS

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Você se formou em Direito há uns anos e busca reposicionar-se no mercado? Pois a carreira de Promotor de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Sul pode ser um ótimo ramo profissional. Além de atuar em casos relevantes para a sociedade, os servidores garantem uma remuneração polpuda.

O último concurso para o cargo ocorreu em 2016. À época, o salário oferecido superava os R$ 22,2 mil. A expectativa é que um novo certame seja anunciado nos próximos meses, então é importante começar a preparação desde já. Quanto mais cedo você se antecipar ao edital, mais proveitosos poderão ser seus estudos.

Como é o concurso para Promotor de Justiça do MP/RS

O concurso do MP/RS se divide em fases. Primeiro, os candidatos realizam uma prova preambular com questões objetivas. Da última vez, essa etapa compreendia 70 perguntas de Conhecimento Jurídico e 30 de Língua Portuguesa.

Os aprovados partem para a fase intermediária, com questões discursivas. Essa prova pode abranger grupos temáticos variados, exigindo noções tanto de Direito Ambiental quanto de Direito do Consumidor, por exemplo. É permitida a consulta a textos legais, desde que não sejam comentados ou anotados.

Em seguida, quem passa adiante deve apresentar documentos como certidão de antecedentes criminais e comprovante das atividades jurídicas exercidas. Também há os exames de saúde física e mental. Não se trata de um teste de aptidão física com corrida e flexões, mas, sim, de uma perícia médica para avaliar o estado de saúde do candidato.

Cumpridas essas exigências, os participantes se submetem à fase final do certame, com prova oral. Novamente, são verificados os conhecimentos jurídicos. A diferença é que, dessa vez, ocorrem arguições de 15 minutos sem consulta a material de referência. E ainda tem a prova de tribuna, baseada exclusivamente no Direito Penal.

Ou seja: passar no concurso para Promotor de Justiça do MP/RS exige tempo e dedicação. Você deve estudar a fundo diversas áreas do Direito, bem como exercitar habilidades argumentativas tanto na escrita quanto na fala.

Curso de português para o concurso do MP/RS

Tamanhas exigências demandam organização de qualquer concurseiro. Por exemplo, você deve montar muito bem o cronograma de estudos e procurar maneiras de otimizar seus horários. É tanto conteúdo que não dá para perder tempo com matérias genéricas, certo?

Porém, lembre-se de que a prova do Ministério Público não é feita apenas de conhecimento jurídico. Existe a etapa de Língua Portuguesa, capaz de eliminar muitos candidatos logo no primeiro desafio.

Portanto, a dica é encontrar um curso preparatório direcionado especificamente às demandas do concurso do MP/RS. Aqui no Andresan Cursos & Concursos, nós oferecemos aulas focadas na resolução de questões de Português. São 15 encontros presenciais que cobrem os principais tópicos propostos no edital.

Ao se matricular, você também garante acesso a 60 videoaulas do EAD, disponibilizadas on-line na Área do Aluno. É um reforço para lhe deixar ainda mais perto da aprovação no concurso para Promotor de Justiça do MP/RS.

Quer saber mais? Então acesse a página do curso e tire suas dúvidas. Nossa equipe de mestres está pronta para ajudar você. Bons estudos!

Estudar na biblioteca, ônibus ou casa: qual é o melhor lugar?

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Cada pessoa aprende de uma forma diferente. Por isso, não existe um lugar melhor para estudar que outro. Os espaços podem oferecer obstáculos e oportunidades, dependendo de como você encare a situação.

A seguir, vamos analisar três cenários: biblioteca, casa e transporte público. Acompanhe as dicas e veja qual é a melhor opção para a sua rotina de estudos.

Prós e contras de estudar em biblioteca

Uma biblioteca talvez seja um dos lugares para estudar mais óbvios. O ambiente foi feito para isso: é silencioso, tem mesas e cadeiras para você se acomodar e possui livros à disposição para consulta. Algumas delas também oferecem Wi-Fi e computadores para pesquisas na internet.

O maior problema é o deslocamento até o local. Se você não mora muito perto de um desses recantos para estudantes, pode perder um tempo precioso no trânsito. Além disso, é preciso respeitar o horário de funcionamento. A maioria das bibliotecas, infelizmente, não fica aberta ao público à noite – justamente quando muitos concurseiros têm um período livre para as leituras e os exercícios.

Como estudar em casa e manter a produtividade

A vantagem de estudar em casa é estar no seu próprio cantinho. Você pode se dedicar à tarefa a qualquer hora do dia e o material didático fica sempre no mesmo lugar.

Nesse caso, o desafio está em criar as condições ideais para a produtividade. Escolha um cômodo iluminado, confortável e silencioso. Lembre-se, ainda, de que haverá distrações, como TV ligada ou campainha tocando.

Mora com mais alguém? Então faça um esforço para impor limites no seu espaço de trabalho. Converse com seus familiares e reitere que, enquanto a porta do escritório estiver fechada, você não estará disponível para lavar a louça, assistir à novela ou mesmo bater papo. Trate os estudos como um compromisso sério.

Dicas para estudar no ônibus ou no metrô

Algumas pessoas privilegiadas conseguem ler no metrô ou no ônibus em movimento sem sentir enjoo. Se esse é o seu caso, você pode aproveitar o deslocamento até o trabalho ou o cursinho para revisar a matéria.

Tente encontrar um assento mais reservado – à janela e, de preferência, longe das portas e da catraca. Use fones de ouvido para abafar o excesso de ruídos. Depois, é só se dedicar à leitura.

A trepidação do veículo dificulta que você faça anotações. Assim, seria complicado resolver exercícios de matemática ou questões discursivas. Portanto, aproveite o tempo para ler o conteúdo que você já conhece.

Vale lembrar que o estudo em trânsito não substitui o ambiente da casa ou da biblioteca. Em algum momento, você precisará de sossego para encarar as matérias difíceis e preparar as fichas de revisão.

Qual é o melhor lugar para estudar, afinal?

Como visto, cada local oferece vantagens e desvantagens. Cabe a você experimentar as opções e ver como elas se adaptam ao seu ritmo de vida.

Esperamos que o artigo de hoje tenha colaborado na sua preparação. Quer mais dicas? Então não deixe de conferir nosso post com as sete verdades sobre concurso público que ninguém lhe contou. Obrigado pela companhia e bons estudos!

Como estudar para ser Oficial de Justiça

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O Oficial de Justiça atua como a “mão longa” do Poder Judiciário. Em outras palavras, ele cumpre ordens determinadas pelo juiz, fazendo valer a lei. E tamanha responsabilidade é recompensada com um salário inicial bastante atrativo: R$8.459,60, de acordo com o Portal Transparência do TJ/RS.

Aliás, você não precisa cursar Direito para trabalhar nessa área. Continue conosco e veja quais são os conhecimentos necessários para tornar-se um servidor público.

Oficial de Justiça: cargo de Nível Médio

É isso mesmo que você leu ali em cima. Para ser Oficial de Justiça, você deve apenas completar o Ensino Médio. Esse tipo de cargo não exige formação técnica, muito menos curso superior em alguma faculdade.

Apesar disso, quem possui familiaridade com o Direito acaba tendo mais chances de seguir nessa carreira. É que os oficiais precisam ser aprovados num concurso público – e a prova traz questões de Legislação.

Por exemplo, o último certame para Oficial de Justiça – categoria PJ-H do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul ocorreu em 2014. Na época, os candidatos precisaram resolver 80 questões objetivas.

O primeiro bloco era composto por 30 perguntas de Língua Portuguesa. Depois, vinha a prova de Conhecimentos Específicos e Tópicos de Legislação. Essa parte envolvia 40 questões de Direito Constitucional, Direito Civil e Processual Civil, Direito Penal e Processual Penal e Legislação Administrativa. Por fim, os participantes ainda deviam resolver dez perguntas de Microinformática.

Bem sabemos que Constituição Federal e Código Civil não são assuntos que se aprende na escola. Por outro lado, os concursos para cargos públicos cobram apenas alguns tópicos, focados em artigos ou áreas específicas da lei. Ou seja: ninguém precisa encarar toda uma faculdade de Direito para adquirir esse conhecimento. Basta recorrer às fontes certas.

Como estudar para concurso de Oficial de Justiça

A primeira dica para se preparar para o concurso é conferir o edital. No documento, constam todas as matérias que poderão ser cobradas na prova. Se a chamada para um novo certame ainda não saiu, você pode se basear nos editais anteriores.

A partir daí, vale a pena conhecer o texto oficial das leis. O material está disponível nos sites oficiais do governo.

Ocorre que a linguagem legislativa pode ser muito hermética, especialmente para quem nunca trabalhou na área. É preciso “decifrar” ou “traduzir” o conteúdo. Nesse ponto, os cursos preparatórios são uma ótima alternativa.

Aqui no Andresan – Cursos & Concursos, por exemplo, nós oferecemos aulas direcionadas a quem pretende tentar uma vaga como Oficial de Justiça. Nossos 22professores são preparados para tirar qualquer dúvida. Além disso, possuímos apostilas com textos de referência e diversos exercícios para você praticar.

Inclusive, realizar simulados é uma ótima forma de testar as próprias habilidades. Você pode tomar como base as provas dos concursos passados, também disponíveis on-line.

Quer mais dicas? Então aproveite para vasculhar o nosso blog! Temos artigos que ensinam como montar uma rotina de estudos, como aumentar a produtividade e como revisar a matéria. Como foco e determinação, você conseguirá resultados incríveis e ficará mais perto da aprovação num concurso público. Boa sorte!

Dicas para se sair bem no concurso do TRF4

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O concurso público para o Tribunal Regional Federal da 4ª região (TRF4) acontece no próximo dia 04 de agosto. A esta altura, você certamente já está estudando e revisando a matéria prevista no edital, certo? Ainda assim, sempre há tempo para absorver novas dicas e se dar bem na prova.

A seguir, elencamos alguns tópicos relevantes para os candidatos que vão participar do certame. Confira nossas sugestões e boa sorte!

Dedique-se às questões de Língua Portuguesa

Essa matéria cai em qualquer processo seletivo para cargo público, e não seria diferente no concurso do TRF4. As questões de Língua Portuguesa compõem a maior parte da prova de Conhecimentos Gerais. Portanto, acertá-las significa ter mais chances de aprovação.

Dedique-se, especificamente, a regras de acentuação, ortografia e pontuação. Outros assuntos que podem ser cobrados são: emprego de tempos e modos verbais; concordância verbal e nominal; e, claro, interpretação de texto.

Aprofunde-se nos estudos de caso

Todos os candidatos, com exceção do cargo de técnico judiciário – área administrativa, precisarão se dedicar a estudos de caso. São questões práticas que demandam interpretação de texto, conhecimentos específicos e clareza nas respostas.

As temáticas variam. Para analista da área Judiciária, haverá um caso relacionado a direito previdenciário e outro sobre direito administrativo. Os postulantes a oficial da Justiça Federal abordarão processo civil e processo penal. Já os aspirantes a técnico judiciário deverão falar sobre segurança de dignitários e gerenciamento de crise.

Qualquer que seja a sua situação, lembre-se de formular frases diretas e concisas, sem rodeios para chegar ao assunto. Uma boa dica para treinar é ler provas anteriores e pesquisar exemplos de respostas que pontuaram bem.

Para técnicos da área administrativa, haverá redação. As normas de concisão e clareza também valem nesse caso.

Priorize o processo civil (sem se esquecer das outras matérias)

Ninguém pode afirmar com convicção quais temas cairão no concurso do TRF4. Porém, dadas as rotinas dos servidores, é bem provável que processo civil seja uma matéria exigida tanto dos candidatos a técnico quanto dos postulantes a analista.

Isso não significa que você deva conhecer apenas esse tópico. Certamente haverá perguntas sobre direito administrativo e penal, conforme previsto no edital do certame.

No entanto, se você é da turma que deixou os estudos para a última hora, processo civil pode ser um “curinga”. Priorize esse conteúdo.

Prepare os ânimos para a prova do TRF4

Nós já falamos e reiteramos, aqui no blog, que a preparação para um concurso público não se restringe às apostilas. Sim, ler e revisar o material é importante, mas você também deve estar com a cabeça relaxada no dia D.

Experimente praticar meditação e atividades físicas nas semanas antecedentes à prova. Tenha uma boa noite de sono na véspera. E, por fim, lembre-se de se alimentar corretamente. Frutas, iogurte e pães integrais fornecem a nutrição adequada sem pesar no estômago.

Esperamos que as sugestões de hoje ajudem você a se sair bem no concurso do TRF4. Quer mais dicas? Então continue acompanhando o nosso blog! Obrigado pela companhia e até logo.

Aprenda a decifrar o edital do concurso

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Participar de um concurso sem entender o edital é como jogar futebol sem conhecer as regras. Você até chuta a bola em direção ao gol, mas não sabe por que sofreu impedimento.

Imagine ter a prova anulada porque você utilizou caneta azul, quando deveria usar caneta preta. Ou, então, preparar-se para uma vaga que exige formação superior, sendo que sua escolaridade é de nível médio. Pois muitos candidatos distraídos cometem erros assim.

A seguir, vamos explicar como é a estrutura de um edital de concurso público. Fique de olho e tire suas dúvidas!

Elementos para entender um edital de concurso

Esse documento público reúne todas as informações relativas ao certame. O texto é longo e, muitas vezes, em letras miúdas, mas faça um esforço. A leitura do edital serve de base na preparação para qualquer concurso.

Disposições preliminares

A primeira seção anuncia a abertura do processo seletivo. Nesse espaço, você confere o nome do órgão que está oferecendo vagas e qual é a banca examinadora do concurso.

Cargos e vagas

Na sequência, vem a lista de cargos em aberto. É nesse ponto que você confere os requisitos para ocupar uma posição, como escolaridade e idade mínima. Também há a descrição das atividades a serem exercidas, a remuneração inicial e a carga horária que cada profissional deverá cumprir.

A relação das vagas mostra quantos postos de trabalho estão sendo oferecidos no certame. Ainda, indica se a nomeação será imediata ou se haverá cadastro de reserva.

Inscrições

O próximo item traz algumas datas importantes, como o período de inscrições dos candidatos e o prazo máximo para o pagamento da taxa. Se for necessário solicitar atendimento especial (para pessoas com deficiência) ou isenção do pagamento (para quem tem baixa renda), as datas para realizar o pedido também constarão aí.

Dica: monte um quadro de avisos com essas informações. Não dá para perder o concurso simplesmente porque você se esqueceu de pagar o boleto de inscrição, né?

Provas

O tópico sobre as provas detalha o formato, o caráter e a duração do exame. Em outras palavras, indica se as questões são objetivas ou dissertativas, se essa etapa tem caráter eliminatório ou classificatório e quais são os critérios de desempate.

O conteúdo programático de cada matéria constará nos anexos. Observe-os para organizar seu cronograma de estudos.

Caso haja fases posteriores, como teste de aptidão física ou prova prática, elas serão igualmente descritas no edital. Anote todas as datas em seu quadro de avisos!

Disposições finais

O documento se encerra com informações sobre a aprovação, a nomeação e a posse dos candidatos. Em acréscimo, elenca regras gerais do certame, como a cor de caneta a ser usada, se é possível levar lanche para dentro da sala e quais dispositivos eletrônicos são permitidos. Em geral, os celulares permanecem desligados, embaixo da classe ou dentro de um envelope porta-objetos.

Viu como decifrar o edital do concurso é fácil? Então aproveite para conferir nosso glossário com os principais termos utilizados nesse documento.

Se você gostou do artigo de hoje, não se esqueça de acompanhar as novidades de nosso blog. Sempre trazemos dicas e notícias para quem sonha com a carreira de servidor público. Até mais!

 

Investigação social: o que é avaliado?

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A investigação social preocupa muitos candidatos de concursos públicos. Dizem que uma multa de trânsito ou um registro criminal são suficientes para desclassificar a pessoa, mesmo que ela tenha passado na prova teórica. Será?

Hoje vamos falar dessa etapa eliminatória. Ela é comum, principalmente, em certames da áreas Jurídica e Policial. Continue conosco e tire suas dúvidas.

O que é a investigação social

Todo servidor público deve ter uma postura moral condizente com o cargo. Isso fica ainda mais evidente em instituições como o Ministério Público, a Polícia Federal e o Exército Brasileiro. Se essas entidades zelam pela ordem e pelo cumprimento da lei, nada mais natural que exijam o mesmo de seus funcionários.

É por isso que os aprovados no exame teórico (e no prático, se for o caso) são submetidos à investigação social, também chamada de investigação da vida pregressa. Nessa fase, buscam-se informações sobre o comportamento do sujeito nas esferas pessoal e profissional. O objetivo consiste em atestar a idoneidade moral e a conduta ilibada da pessoa.

O candidato começa preenchendo uma ficha com dados variados. Ele deve responder quem são seus pais, onde morou e em quais empresas trabalhou. Também pode haver perguntas sobre antecedentes criminais ou sobre uso de drogas.

Não adianta omitir fatos sensíveis – até porque a corporação pode cruzar as respostas com os bancos de dados da polícia, por exemplo. Toda questão, por mais embaraçosa que seja, deve ser esclarecida. O conteúdo não será exposto aos demais participantes do concurso, pois é de cunho sigiloso.

Investigação da vida pregressa reprova candidatos

A investigação social tem caráter eliminatório. Em outras palavras, ela pode desclassificar candidatos que já tenham sido aprovados em etapas anteriores do certame. Os critérios para tanto variam conforme as exigências da instituição, mas, em geral, são consideradas situações graves:

– Condenação penal;

– Dependência de drogas lícitas ou ilícitas;

– Transgressões disciplinares em empregos anteriores;

– Demissão por justa causa;

– Veiculação de discurso de ódio nas redes sociais;

– Infrações de trânsito recorrentes que ponham em risco a vida de outras pessoas;

– Inexatidão ou omissão de informações na ficha de investigação social.

Vale lembrar que nem todo caso é motivo para eliminação. Se você recebeu uma multa de trânsito por estacionar em local proibido, provavelmente esse fato não terá a mesma gravidade que dirigir sob o efeito de álcool.

Estar respondendo a um processo na Justiça tampouco configura penalidade, pois, afinal, ainda não houve condenação. Nesse ponto, prevalece a presunção da inocência.

Também é importante destacar que a banca pode cometer exageros. Os responsáveis pela investigação da vida pregressa devem apresentar uma justificativa razoável para a eventual eliminação do candidato. Se essa explicação for insuficiente ou subjetiva demais, pode-se contestá-la.

Primeiro, tenta-se a via administrativa, junto ao órgão organizador do concurso. Se não der certo, o sujeito que se sinta injustiçado pode entrar com recurso para impugnar o resultado negativo, por via judicial.

E então: tirou suas dúvidas sobre a etapa de investigação social dos concursos públicos? Deixe um comentário e diga-nos o que você achou do post de hoje!

Ansiedade antes da prova: 5 dicas para driblá-la

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Conforme o dia do concurso se aproxima, é inevitável que os ânimos se alterem. Tem gente que fica empolgada, perde o sono ou demonstra medo de dar “branco” na hora da prova. Seja qual for o seu caso, não adianta sofrer por antecipação: é preciso diminuir a ansiedade e reforçar ainda mais o foco nos seus objetivos.

Mais fácil falar que fazer, obviamente. Ainda assim, as dicas de hoje podem ajudar você a driblar o nervosismo. Acompanhe!

Como diminuir a ansiedade até o dia da prova

Controlar a ansiedade deve ser um exercício diário. Claro que o concurso gera expectativas, mas você não pode deixar que esse sentimento lhe paralise. Portanto, quanto mais cedo sua preparação começar, melhores serão as chances de chegar ao “dia D” com a cabeça fria. Veja as sugestões:

Respire

Exercícios de respiração e meditação contribuem bastante para limpar a mente das ideias ruins. A ideia, aqui, é estimular o cérebro a pensar em uma coisa de cada vez. Dessa forma, você vive o momento presente e para de sofrer por um futuro que ainda nem chegou.

Não precisa acender incenso nem virar zen budista. Existem aplicativos de celular com programas específicos para quem está começando. Cinco minutos de meditação por dia farão maravilhas pelo seu bem-estar.

Organize-se

Quem já está na lida concurseira há um tempo conhece a importância do plano de estudos. Esse cronograma diário serve para quebrar o objetivo principal – a aprovação – em metas menores, mais factíveis. A cada etapa cumprida, você sente que progrediu mais um passo no caminho para o serviço público.

De novo, trata-se de viver um dia de cada vez. E a organização fica ainda mais importante nas semanas que antecedem a realização do certame. Reserve esse tempo para as revisões de conteúdo.

Durma

Uma boa noite de sono contribui para restaurar as energias do corpo. Mas não é só isso. Quem dorme pouco sofre de irritabilidade e tem problemas de memória. Ou seja: passar madrugadas em claro, lendo apostilas ou resolvendo simulados, não fará bem para seu desempenho.

Se a insônia bater, volte à dica 1. Técnicas de respiração profunda são excelentes para relaxar os músculos, diminuir a pressão arterial e, com isso, criar um ambiente propício para o descanso.

Exercite-se

As atividades físicas também entram no pacote para diminuir a ansiedade. Musculação, caminhada ou dança liberam endorfinas, substâncias naturais com alto poder analgésico. Você vai se sentir bem mais leve depois do treino.

Atenção: procure ir à academia pela manhã ou à tarde. O organismo precisa de um tempo após a atividade para desacelerar. Logo, exercícios noturnos podem comprometer o seu sono.

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Esteja perto das pessoas amadas. Elas poderão lhe dar apoio emocional nesses dias tão tensos. Claro que não recomendamos que você vire a noite na balada com os amigos. Prefira um cineminha, um almoço ou um passeio no parque. Os momentos de distração funcionam como um “respiro” entre uma sessão de estudos e outra.

Se nada disso der certo, procure ajuda profissional. Talvez sua ansiedade seja patológica e demande um tratamento mais sério.

Gostou das nossas dicas para driblar a ansiedade? Será que elas vão dar certo? Deixe sua opinião nos comentários! E não se esqueça de acompanhar as novidades sobre concurso público que nós sempre publicamos aqui no blog. Até a próxima!

 

Concurso público do TRF4 deve sair no segundo semestre de 2019

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Já está formada a comissão organizadora do concurso público do TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região). Isso aumenta as expectativas para um novo certame, que deve ocorrer no segundo semestre de 2019.

A comissão vai atuar na contratação da banca avaliadora e fiscalizar as demais etapas até a homologação do resultado. No momento, não há confirmação do número de vagas disponíveis, mas é possível que surjam oportunidades para os níveis Médio e Superior. Fique conosco e saiba mais detalhes.

Oportunidades de carreira no TRF4

Os Tribunais Regionais Federais correspondem à segunda instância da Justiça Federal no Brasil. É lá que são julgados os recursos relativos a crimes federais.

O TRF4 abrange Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A sede, que ficou famosa no noticiário devido aos processos da Operação Lava-Jato, fica em Porto Alegre.

Nesse local de decisões que afetam diretamente as instituições políticas do país, cada servidor cumpre um papel importante. Cabe ao analista judiciário, por exemplo, realizar suporte técnico e administrativo aos magistrados. Isso inclui: elaborar pareceres e relatórios; indexar documentos; analisar leis, doutrinas e jurisprudências.

O salário inicial de um analista judiciário do TRF4 é de R$ 11.616,61, entre vencimento básico e gratificação de atividade judiciária (GAJ). Trata-se de um cargo para quem tem graduação em Direito.

Já as vagas de técnico judiciário são para nível médio. Na área administrativa, as incumbências do servidor incluem: redigir minutas; levantar dados; elaborar relatórios; emitir pareceres; controlar materiais. A remuneração parte de R$ 7.080,20, incluindo o vencimento básico e a gratificação.

Prepare-se para o concurso do TRF4

O último concurso do TRF4 ocorreu em 2014 e era válido por quatro anos. Como o prazo se encerrou, há forte possibilidade de que o órgão abra novas vagas em breve.

Na prova mais recente, os candidatos precisaram responder a questões objetivas de Língua Portuguesa e Raciocínio Lógico-Matemático. Além disso, havia perguntas sobre conhecimentos específicos, que envolviam diversas áreas do Direito.

Quanto à etapa discursiva, os postulantes a técnico tiveram que elaborar uma redação. Os que se inscreveram para analista, por sua vez, resolveram duas questões relativas a estudos de caso.

Parece bastante coisa para estudar, né? O melhor é que você não precisa aguardar a confirmação do concurso para começar as leituras e os exercícios. A partir dos editais anteriores e das atribuições de cada cargo, já é possível ter uma noção das matérias que serão cobradas. Aí, quanto mais cedo começar sua preparação, mais fortes serão suas chances de aprovação.

Nossos cursos preparatórios para o concurso do TRF4 são o caminho. O programa é composto por videoaulas que contemplam os principais tópicos cobrados no certame.

Você acompanha todo o conteúdo em casa, no horário que quiser. E o acesso é ilimitado. Assim, dá para assistir às aulas quantas vezes for necessário para tirar as suas dúvidas.

Siga os links e saiba mais! Temos o curso EAD para Técnico Judiciário – Área Administrativa e o curso EAD para Analista Judiciário – Área Judiciária.

Confie na experiência de nossa equipe de professores. Com o Andresan – Cursos & Concursos, você fica mais perto da tão sonhada carreira pública.

 

Concurso público: 10 coisas que você deve saber para se organizar

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Estudar para concurso público exige planejamento. A disputa é acirrada, então, quanto mais você se preparar, melhor. Se a estabilidade e a boa remuneração ainda são um sonho distante, é hora de mudar a rotina.

10 coisas para saber antes de um concurso

Ocorre que procurar um cursinho qualquer e inscrever-se na primeira seletiva que aparecer é um desperdício. Antes de partir para a ação, você precisa saber aonde quer chegar e qual caminho percorrer. Confira as dicas a seguir e inspire-se.

Atividade

A carreira pública é um projeto de vida. Não adianta investir tempo e energia em busca de um cargo apenas pelo prestígio ou por um salário mais alto. Certifique-se de que o trabalho esteja alinhado a seu perfil, para que a experiência não seja frustrante no longo prazo. Um teste vocacional pode ajudar.

Requisitos

A maioria dos concursos públicos exige que o participante seja brasileiro nato ou naturalizado. É preciso ter, no mínimo, 18 anos e estar em dia com as obrigações eleitorais e militares. Ainda, é necessário apresentar documentos que comprovem a escolaridade determinada no edital.

Estratégia

O intervalo entre a abertura das inscrições e a realização da prova costuma levar poucos meses. O tempo é curto para dar conta de todas as disciplinas previstas. A solução é antecipar-se e estudar, desde antes, o conteúdo básico. Língua Portuguesa e Direito Constitucional, por exemplo, são matérias abordadas em muitos exames.

Organização

A rotina de um concurseiro deve ser dividida entre o trabalho, o lazer e, claro, os estudos. Um cronograma semanal é uma boa ferramenta para cumprir as tarefas. Devem-se prever horas não só para as leituras, mas também para a realização de simulados e revisões.

Estudo ativo

A melhor maneira de aprender é participar ativamente do processo. No caso da preparação para um concurso público, isso significa resumir os capítulos das apostilas e resolver questões de provas passadas. A medida serve para avaliar o próprio desempenho e verificar quais assuntos merecem mais atenção.

Descanso

O plano de estudos deve prever pausas entre uma bateria de leituras e outra. Quando a visão embaralha e o estômago ronca, é porque o corpo chegou ao limite e demanda descanso. Lanches e um sono de qualidade são fundamentais para reter o conhecimento adquirido e recuperar as energias.

Eliminação

Algumas seletivas são realizadas em etapas. Além das questões objetivas, pode haver prova de títulos e redação. Há fases eliminatórias, que diminuem a quantidade de concorrentes, e classificatórias, que organizam os remanescentes conforme o desempenho. Esses critérios precisam ser observados com calma para não restarem dúvidas.

Gabarito

Logo após a realização do exame, a banca divulga um gabarito preliminar. Se houver alguma resposta errada ou ambígua, cabe aos candidatos entrar com recurso. São necessários alguns dias de deliberação até que o resultado definitivo seja divulgado. Somente então o público passa a conhecer os nomes classificados.

Reserva

Há concursos destinados ao preenchimento de cadastro de reserva. Nesses casos, as vagas não existem, mas podem surgir nos próximos anos. Se o investimento vale a pena ou não, bem, é uma decisão do indivíduo. A prática é comum em entidades grandes e com mais rotatividade de pessoal.

Edital

edital tem de ser lido atentamente, pois oferece todas as informações que conferem credibilidade ao processo seletivo. No texto, constam as regras do concurso, o salário de quem vier a ocupar o cargo, as datas importantes e o conteúdo previsto para as provas. Apesar da linguagem difícil, é essencial conhecer o documento.

Agora que você já conhece as principais coisas que deve fazer antes de um concurso público, confira outras dicas no nosso blog e prepare-se para os estudos! Aproveite, ainda, para deixar um comentário com sua opinião sobre as dicas de hoje. O retorno do público nos ajuda a fornecer novidades ainda melhores.

Oportunidades para Oficial de Justiça no TJ/RS

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Atenção a esta oportunidade de concurso público para Nível Médio. O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ/RS) autorizou a realização de certame para Oficial de Justiça PJ-H. Serão ofertadas 24 vagas imediatas. Os servidores atuarão no primeiro grau de jurisdição, podendo trabalhar tanto nas comarcas de Porto Alegre quanto no interior do Estado.

Vale lembrar que esse não é o único concurso previsto pelo TJ/RS. A prova para Oficial de Justiça de Classe O também já foi autorizada, como anunciado aqui no blog. Atualmente, está em andamento a escolha da banca organizadora. A previsão é de provimento de dez vagas para a segunda instância da corte.

Saiba mais sobre o cargo de Oficial de Justiça do TJ/RS

Em linhas gerais, o Poder Judiciário tem a responsabilidade de fazer valer as leis. Cada servidor assume um papel diferente, garantindo que a máquina pública funcione.

A Classe O engloba os profissionais da Secretaria do Tribunal de Justiça. Cabe ao Oficial de Justiça, por exemplo, assegurar que as sessões de julgamento transcorram sem contratempos. Ele prepara as salas, organiza os processos e fornece informações necessárias aos presentes. Pode, eventualmente, realizar pregões e cumprir mandados judiciais.

Já o Oficial de Justiça PJ-H cumpre pessoalmente mandados e diligências. Citações, notificações e intimações também são algumas das principais atividades. Além disso, o servidor pode fazer pregões e executar outras tarefas determinadas pelo regulamento do TJ/RS.

Segundo a assessoria do órgão, os rendimentos podem chegar a R$ 9.305,55. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

Como se preparar para uma vaga de Oficial de Justiça

As provas para Oficial de Justiça são focadas em Língua Portuguesa, conhecimentos específicos sobre a função a ser executada e Legislação. No último concurso da categoria PJ-H, ocorrido em 2014, também caíram questões de microinformática.

Ainda não há uma chamada oficial na qual se basear. Mesmo assim, você pode estudar antes do lançamento do edital. Quanto mais cedo começarem os preparativos, mais elevadas serão as suas chances de aprovação.

Que tal capacitar-se, de forma intensiva, com uma equipe de professores altamente qualificada? Aproveite a chance única de se matricular no curso TJ/RS – O.J. no modo intensivo presencial. Serão 62 encontros, no turno da manhã, que irão impulsionar o seu conhecimento nas disciplinas mais cobradas nos certames.

Vale lembrar que alunos matriculados nesse curso também recebem acesso às 248 videoaulas do EAD. Não bastasse isso, tem mais uma vantagem.

Já imaginou perder conteúdo importante porque o ônibus atrasou ou o carro quebrou e não deu tempo de chegar à aula? Chega desse transtorno! Você pode assistir aos encontros presenciais a distância, em tempo real, pela Área do Aluno de nossa plataforma on-line.

Mas corra, pois o curso preparatório para o concurso de Oficial de Justiça começa no dia 13 de maio. Matricule-se agora mesmo e fique mais perto da tão sonhada aprovação.

Quer outras dicas? Então não deixe de conferir este artigo que explica como estudar para mais de um concurso público ao mesmo tempo. Boa leitura!