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Redação perfeita: 5 dicas para você arrasar na prova

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A prática leva à perfeição. Isso vale para qualquer tarefa que alguém deseje executar, inclusive uma redação de concurso público. Quanto mais treino e esforço empregados nas questões discursivas, mais desenvoltura você terá para cumprir essa etapa da prova sem dificuldade. E, com as dicas a seguir, sua preparação ficará bem mais fácil.

Dicas para redação de concurso público

Não vamos ensinar o passo a passo para uma redação nota 10. O que pretendemos, com este post, é apresentar algumas orientações gerais. Elas servirão de base para você acertar a mão nos simulados e exercícios preparatórios para o certame. Confira!

  1. A forma da redação conta pontos

Os exames costumam exigir um número mínimo e máximo de linhas para as tarefas escritas. Mantenha-se dentro desse limite. A inobservância da regra custa pontos a menos na nota final.

Tome cuidado, também, para não ultrapassar as margens estabelecidas na folha. Além disso, procure desenvolver uma caligrafia legível. Se a banca não entender seus garranchos, poderá desqualificar o seu trabalho.

  1. Linguagem simples sempre funciona

Tudo bem que, especialmente na área do Direito, às vezes é necessário utilizar uns termos rebuscados. Porém, essa não é uma obrigação. Palavras difíceis só devem ser usadas se forem imprescindíveis para o entendimento de uma explicação. De resto, prefira as expressões mais comuns do dia a dia – sempre respeitando a formalidade e as regras normativas do texto escrito, claro.

Outro problema bastante comum são as frases muito longas e entrecortadas por vírgulas. Elas atrapalham a compreensão do leitor, sem contar que aumentam as chances de você cometer erros de pontuação. Na dúvida, opte por períodos simples e pela ordem direta dos elementos (sujeito, verbo e complemento).

  1. Organize suas ideias

A coerência é um dos pontos mais importantes de uma redação para concurso. Você deve evitar contradições e comentários aleatórios. Portanto, nunca fuja da estrutura estabelecida para o texto.

Existem muitas maneiras de montar o esboço da dissertação. Geralmente, o candidato anota as ideias em tópicos e as dispõe em uma sequência lógica. Essa lista funciona como uma espécie de espinha dorsal para os parágrafos, de modo que as informações apresentadas permaneçam no alinhamento correto.

Lembre-se: cada frase deve trazer uma informação útil para a continuidade do argumento. Se ela não agrega nada, é dispensável.

  1. Conheça a banca

Já falamos aqui no blog que conhecer a banca avaliadora pode ajudar na preparação para o concurso. Isso porque cada entidade tem um método diferente de avaliação. Algumas são mais técnicas, enquanto outras trabalham com critérios subjetivos.

Leia editais de certames anteriores conduzidos pela mesma instituição. Busque entender qual é o formato de redação esperado naquele caso. Em seguida, exercite a escrita para adequar-se àquele modelo. Faça redações sobre temas variados que possam cair na prova.

  1. Tenha orientação profissional

O auxílio de um professor de português especializado em concursos públicos também é indispensável. O profissional faz mais que apontar erros de ortografia ou de gramática. O trabalho dele consiste em acompanhar o progresso dos alunos, conduzindo-os a uma escrita mais adequada para o tipo de produção exigido num certame.

Quer saber mais? Então dê uma olhada nos cursos de Português do Andresan – Cursos & Concursos. Nossa equipe está pronta para lhe ajudar.

Esperamos que as dicas de hoje tenham sido úteis para você começar sua preparação rumo à redação perfeita. Obrigado pela companhia e até mais!

Estudar sozinho ou em grupo: o que é mais produtivo?

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Existem diferentes maneiras de se preparar para um concurso público. Por exemplo, você já comparou as vantagens de estudar sozinho ou em grupo? Talvez uma mudança de estratégia seja o que está faltando para lhe dar um novo gás no caminho até a aprovação.

No post de hoje, vamos conferir qual é o momento certo para recorrer a cada modalidade de estudos. Fique conosco!

Estudar sozinho ou em grupo? O esforço é sempre individual

Para começo de conversa, cabe lembrar que o progresso em qualquer atividade da vida depende de uma boa dose de esforço pessoal. No caso de um concurso público, a concorrência pode ser um fator que amedronta alguns candidatos. Porém, no fim das contas, a maior competição é, sempre, a de você consigo mesmo.

Atingir a aprovação num certame requer conhecimento. Só que cada indivíduo tem um tempo diferente para assimilar o conteúdo. Talvez você tenha facilidade para as questões de Língua Portuguesa, mas demore um pouco mais para avançar na apostila de Direito Constitucional. Talvez seja o contrário: Legislação é barbada, mas as regras do Português parecem confusas.

Concurso do TJ/RS terá banca da FGV: veja como se preparar

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O concurso para Oficial de Justiça do TJ/RS já tem banca definida. A responsável pela elaboração da prova será a Fundação Getúlio Vargas (FGV), uma das mais temidas pelos concurseiros. Mas será que a fama de difícil procede mesmo? A seguir, veja como se preparar para esse e outros certames conduzidos pela FGV.

Banca FGV: grau de dificuldade costuma ser alto

Estudar para concurso público requer algumas estratégias. Uma delas é conhecer a banca realizadora com antecedência. Isso porque cada órgão possui um estilo de prova diferente. Alguns cobram questões mais conteudistas ou técnicas, enquanto outros priorizam a interpretação de texto.

No caso da FGV, esqueça a decoreba. A intenção é avaliar se o candidato consegue aplicar o conhecimento adquirido. Em outras palavras, não se trata de memorizar leis ou regras gramaticais. Mais importante que isso é saber utilizar o conteúdo na prática.

Nas provas de Direito, é comum encontrar questões multidisciplinares, que exijam bastante reflexão. O concurseiro deverá analisar o episódio e concluir, a partir de suas noções de legislação, qual é a melhor solução para o caso. Fique de olho, pois pegadinhas não estão descartadas.

Na parte de Língua Portuguesa, pode haver muita reescritura. Essa é uma forma de observar se o candidato consegue elaborar frases de acordo com a gramática normativa. Ainda, há bastante interpretação textual, sendo que as perguntas variam entre enunciados curtos e outros bem extensos.

Tamanho rigor, somado à extensão longa da prova, faz com que os especialistas considerem a banca da FGV uma das mais difíceis de concursos públicos. Ou seja: você precisa manter o foco nos estudos para aumentar suas chances de aprovação no certame.

Como se preparar para concursos da FGV

A preparação para concursos da FGV e de quaisquer outras bancas segue a mesma lógica. O primeiro passo consiste em buscar provas anteriores. O acesso a esse material vai ajudar você a se familiarizar com o estilo das questões.

Em seguida, reserve momentos de sua rotina de estudos para a realização de simulados. Resolva uma prova do início ao fim, cronometrando o tempo, para se acostumar ao clima que você encontrará no dia D. Essa prática também serve para averiguar o próprio desempenho e corrigir eventuais pontos que mereçam atenção.

Vale lembrar que todo concurseiro pode seguir esse método em casa, individualmente. No entanto, o estudo fica mais produtivo quando há a contribuição de colegas e professores especialistas no assunto. O grande grupo colabora para tirar dúvidas e esclarecer as partes mais nebulosas da matéria.

Aqui no Andresan – Cursos & Concursos, estamos oferecendo um curso de Resolução de Questões de Português. São 500 questões de provas da Fundação Getúlio Vargas. As aulas são ministradas pelo professor Andresan Machado, uma das maiores referências em preparação para concurso público no Rio Grande do Sul.

Trata-se de uma oportunidade direcionada a você, que deseja seguir carreira como Oficial de Justiça do TJ/RS ou pretende participar de outros certames da banca FGV. Os encontros presenciais são à tarde, a partir do dia 21 de agosto, bem como a versão on-line estará disponível, a partir de 16 de agosto, para aquisição em nosso site..

Não tema os concursos da FGV! Faça já sua matrícula e comece uma preparação focada, rumo à tão merecida aprovação.

Sim, é possível estudar para concurso e ter vida social

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Quem se prepara para concurso público não tem vida social. Pelo menos, é assim que pensam os amigos e parentes de muitos concurseiros.

Não dá para negar que a rotina de estudos tem impacto direto no dia a dia de uma pessoa. Os horários ficam mais restritos e as prioridades mudam. Ou seja: nem sempre sobra espaço na agenda para aquela saidinha do fim de semana.

Por outro lado, é possível conciliar as apostilas com os momentos de lazer, até porque eles são importantes para aumentar a produtividade. Quer saber o que fazer? Confira mais detalhes a seguir.

Oficial de Justiça: os benefícios do cargo mais desejado pelos concurseiros

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O concurso para Oficial de Justiça do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ/RS) é um dos queridinhos dos estudantes. Para começar, o cargo é de Nível Médio, o que aumenta as possibilidades para quem ainda não completou o Ensino Superior. Além disso, os servidores conquistam benefícios que tornam a carreira pública bastante atrativa.

Quer saber quais são eles? Então continue conosco. Aproveite para conferir, também, dicas de como se preparar para a prova.

Benefícios do cargo de Oficial de Justiça do TJ/RS

O TJ/RS é regido pelo Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos. Trata-se de um conjunto de regras relativas a direitos, deveres e normas de conduta dos concursados. Portanto, ao ingressar nesse órgão, o funcionário passa a conquistar todos os benefícios previstos em lei.

A lista de vantagens começa pela famosa estabilidade do serviço público. Essa é a garantia de que a pessoa permanecerá com vínculo empregatício, independentemente de crises econômicas e políticas.

Porém, vale lembrar que até mesmo servidores estaduais e federais podem ser demitidos, se passaram por processo administrativo ou descumprirem suas atribuições. Ou seja: a permanência no cargo depende da competência e da idoneidade do indivíduo.

E os benefícios do Oficial de Justiça do TJ/RS seguem. O rol inclui:

Plano de carreira, também conhecido como progressão funcional (promoção para uma classe superior na mesma categoria de trabalho);

Ouvir música ajuda nos estudos! Conheça os melhores estilos

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Concentrar-se nos estudos pode ser um desafio complicado, ainda mais quando você vive numa região barulhenta. Buzinas de carros, latidos de cachorros e até gente conversando costumam ser distrações que ameaçam a produtividade. Felizmente, existe uma alternativa para melhorar esse cenário: escolher a trilha sonora certa.

Determinados estilos musicais ajudam a aumentar o foco em uma tarefa. E a ciência ensina por que esse fenômeno acontece. A seguir, conheça as músicas mais adequadas para você ouvir enquanto lê as apostilas ou realiza exercícios de revisão.

Como a música ajuda nos estudos

O cérebro humano tem a capacidade de priorizar um estímulo em detrimento dos outros. É a chamada atenção seletiva. Isso explica como alguns indivíduos conseguem mergulhar na história de um livro mesmo nas situações mais adversas. Não importa se tem britadeira operando ou sirene de ambulância, pois nada tira o foco da pessoa.

Porém, nem todo mundo tem esse privilégio. Alguns concurseiros são particularmente sensíveis a ruídos. Basta um telefone tocar para que todo o raciocínio se perca.

Já aconteceu com você? É porque a audição faz parte de nosso sistema de alerta. Na natureza selvagem, um estrondo mais forte significava perigo, então, até hoje, há essa tendência a dar importância aos barulhos ao redor.

Pois a ciência indica que a música pode reorganizar os sentidos. Ela mantém nossa cabeça relativamente ocupada. Em vez de prestar atenção a alarmes ou gritos, o aparelho auditivo capta melodias agradáveis. O cérebro também produz noradrenalina, neurotransmissor que ajuda a regular a ansiedade e o estresse.

O resultado não poderia ser melhor: concentração e produtividade nos estudos. Só que a escolha da playlist deve ser criteriosa.

Melhores estilos musicais para ouvir durante os estudos

Sabe aquele pagode romântico dos anos 1990 que você adora, ou o sertanejo universitário que toca em qualquer festa da firma? Esqueça. As músicas mais adequadas para estudar passam longe dos sucessos radiofônicos.

Se a canção tem letra, ou então uma batida muito agitada, ela será tão distrativa quanto um televisor ligado no último volume. Prefira músicas neutras, aquelas que não animam nem entristecem demais.

Peças orquestradas são uma ótima opção. Estudos das áreas de neurociência e psicoacústica, a psicologia da percepção dos sons, vêm demonstrando isso. Já se sabe que obras de Mozart, Tchaikovsky e Bach são capazes de melhorar funções cognitivas.

A música de concerto está associada, ainda, à redução da pressão sanguínea. Ou seja: funciona como recurso para relaxar.

Compositores contemporâneos também se dedicam a criar paisagens sonoras amenas. O músico Brian Eno tem álbuns icônicos, como Music for Airports. Já o DJ Moby lançou, recentemente, o trabalho Long Ambients, indicado para quem tem problemas de insônia.

Além dessas opções, você pode apostar em trilhas New Age de meditação. O importante é encontrar músicas que não perturbem nem se tornem muito repetitivas.

Dica: se possível, use a versão premium de seu aplicativo de streaming de música. Desse modo, a lista de reprodução não será interrompida por propagandas e o resultado ficará mais satisfatório.

Conhece alguma playlist que ajude nos estudos? Deixe sua sugestão nos comentários!

Estude português para se tornar Promotor de Justiça do MP/RS

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Você se formou em Direito há uns anos e busca reposicionar-se no mercado? Pois a carreira de Promotor de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Sul pode ser um ótimo ramo profissional. Além de atuar em casos relevantes para a sociedade, os servidores garantem uma remuneração polpuda.

O último concurso para o cargo ocorreu em 2016. À época, o salário oferecido superava os R$ 22,2 mil. A expectativa é que um novo certame seja anunciado nos próximos meses, então é importante começar a preparação desde já. Quanto mais cedo você se antecipar ao edital, mais proveitosos poderão ser seus estudos.

Como é o concurso para Promotor de Justiça do MP/RS

O concurso do MP/RS se divide em fases. Primeiro, os candidatos realizam uma prova preambular com questões objetivas. Da última vez, essa etapa compreendia 70 perguntas de Conhecimento Jurídico e 30 de Língua Portuguesa.

Os aprovados partem para a fase intermediária, com questões discursivas. Essa prova pode abranger grupos temáticos variados, exigindo noções tanto de Direito Ambiental quanto de Direito do Consumidor, por exemplo. É permitida a consulta a textos legais, desde que não sejam comentados ou anotados.

Em seguida, quem passa adiante deve apresentar documentos como certidão de antecedentes criminais e comprovante das atividades jurídicas exercidas. Também há os exames de saúde física e mental. Não se trata de um teste de aptidão física com corrida e flexões, mas, sim, de uma perícia médica para avaliar o estado de saúde do candidato.

Cumpridas essas exigências, os participantes se submetem à fase final do certame, com prova oral. Novamente, são verificados os conhecimentos jurídicos. A diferença é que, dessa vez, ocorrem arguições de 15 minutos sem consulta a material de referência. E ainda tem a prova de tribuna, baseada exclusivamente no Direito Penal.

Ou seja: passar no concurso para Promotor de Justiça do MP/RS exige tempo e dedicação. Você deve estudar a fundo diversas áreas do Direito, bem como exercitar habilidades argumentativas tanto na escrita quanto na fala.

Curso de português para o concurso do MP/RS

Tamanhas exigências demandam organização de qualquer concurseiro. Por exemplo, você deve montar muito bem o cronograma de estudos e procurar maneiras de otimizar seus horários. É tanto conteúdo que não dá para perder tempo com matérias genéricas, certo?

Porém, lembre-se de que a prova do Ministério Público não é feita apenas de conhecimento jurídico. Existe a etapa de Língua Portuguesa, capaz de eliminar muitos candidatos logo no primeiro desafio.

Portanto, a dica é encontrar um curso preparatório direcionado especificamente às demandas do concurso do MP/RS. Aqui no Andresan Cursos & Concursos, nós oferecemos aulas focadas na resolução de questões de Português. São 15 encontros presenciais que cobrem os principais tópicos propostos no edital.

Ao se matricular, você também garante acesso a 60 videoaulas do EAD, disponibilizadas on-line na Área do Aluno. É um reforço para lhe deixar ainda mais perto da aprovação no concurso para Promotor de Justiça do MP/RS.

Quer saber mais? Então acesse a página do curso e tire suas dúvidas. Nossa equipe de mestres está pronta para ajudar você. Bons estudos!

Estudar na biblioteca, ônibus ou casa: qual é o melhor lugar?

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Cada pessoa aprende de uma forma diferente. Por isso, não existe um lugar melhor para estudar que outro. Os espaços podem oferecer obstáculos e oportunidades, dependendo de como você encare a situação.

A seguir, vamos analisar três cenários: biblioteca, casa e transporte público. Acompanhe as dicas e veja qual é a melhor opção para a sua rotina de estudos.

Prós e contras de estudar em biblioteca

Uma biblioteca talvez seja um dos lugares para estudar mais óbvios. O ambiente foi feito para isso: é silencioso, tem mesas e cadeiras para você se acomodar e possui livros à disposição para consulta. Algumas delas também oferecem Wi-Fi e computadores para pesquisas na internet.

O maior problema é o deslocamento até o local. Se você não mora muito perto de um desses recantos para estudantes, pode perder um tempo precioso no trânsito. Além disso, é preciso respeitar o horário de funcionamento. A maioria das bibliotecas, infelizmente, não fica aberta ao público à noite – justamente quando muitos concurseiros têm um período livre para as leituras e os exercícios.

Como estudar em casa e manter a produtividade

A vantagem de estudar em casa é estar no seu próprio cantinho. Você pode se dedicar à tarefa a qualquer hora do dia e o material didático fica sempre no mesmo lugar.

Nesse caso, o desafio está em criar as condições ideais para a produtividade. Escolha um cômodo iluminado, confortável e silencioso. Lembre-se, ainda, de que haverá distrações, como TV ligada ou campainha tocando.

Mora com mais alguém? Então faça um esforço para impor limites no seu espaço de trabalho. Converse com seus familiares e reitere que, enquanto a porta do escritório estiver fechada, você não estará disponível para lavar a louça, assistir à novela ou mesmo bater papo. Trate os estudos como um compromisso sério.

Dicas para estudar no ônibus ou no metrô

Algumas pessoas privilegiadas conseguem ler no metrô ou no ônibus em movimento sem sentir enjoo. Se esse é o seu caso, você pode aproveitar o deslocamento até o trabalho ou o cursinho para revisar a matéria.

Tente encontrar um assento mais reservado – à janela e, de preferência, longe das portas e da catraca. Use fones de ouvido para abafar o excesso de ruídos. Depois, é só se dedicar à leitura.

A trepidação do veículo dificulta que você faça anotações. Assim, seria complicado resolver exercícios de matemática ou questões discursivas. Portanto, aproveite o tempo para ler o conteúdo que você já conhece.

Vale lembrar que o estudo em trânsito não substitui o ambiente da casa ou da biblioteca. Em algum momento, você precisará de sossego para encarar as matérias difíceis e preparar as fichas de revisão.

Qual é o melhor lugar para estudar, afinal?

Como visto, cada local oferece vantagens e desvantagens. Cabe a você experimentar as opções e ver como elas se adaptam ao seu ritmo de vida.

Esperamos que o artigo de hoje tenha colaborado na sua preparação. Quer mais dicas? Então não deixe de conferir nosso post com as sete verdades sobre concurso público que ninguém lhe contou. Obrigado pela companhia e bons estudos!

Como estudar para ser Oficial de Justiça

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O Oficial de Justiça atua como a “mão longa” do Poder Judiciário. Em outras palavras, ele cumpre ordens determinadas pelo juiz, fazendo valer a lei. E tamanha responsabilidade é recompensada com um salário inicial bastante atrativo: R$8.459,60, de acordo com o Portal Transparência do TJ/RS.

Aliás, você não precisa cursar Direito para trabalhar nessa área. Continue conosco e veja quais são os conhecimentos necessários para tornar-se um servidor público.

Oficial de Justiça: cargo de Nível Médio

É isso mesmo que você leu ali em cima. Para ser Oficial de Justiça, você deve apenas completar o Ensino Médio. Esse tipo de cargo não exige formação técnica, muito menos curso superior em alguma faculdade.

Apesar disso, quem possui familiaridade com o Direito acaba tendo mais chances de seguir nessa carreira. É que os oficiais precisam ser aprovados num concurso público – e a prova traz questões de Legislação.

Por exemplo, o último certame para Oficial de Justiça – categoria PJ-H do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul ocorreu em 2014. Na época, os candidatos precisaram resolver 80 questões objetivas.

O primeiro bloco era composto por 30 perguntas de Língua Portuguesa. Depois, vinha a prova de Conhecimentos Específicos e Tópicos de Legislação. Essa parte envolvia 40 questões de Direito Constitucional, Direito Civil e Processual Civil, Direito Penal e Processual Penal e Legislação Administrativa. Por fim, os participantes ainda deviam resolver dez perguntas de Microinformática.

Bem sabemos que Constituição Federal e Código Civil não são assuntos que se aprende na escola. Por outro lado, os concursos para cargos públicos cobram apenas alguns tópicos, focados em artigos ou áreas específicas da lei. Ou seja: ninguém precisa encarar toda uma faculdade de Direito para adquirir esse conhecimento. Basta recorrer às fontes certas.

Como estudar para concurso de Oficial de Justiça

A primeira dica para se preparar para o concurso é conferir o edital. No documento, constam todas as matérias que poderão ser cobradas na prova. Se a chamada para um novo certame ainda não saiu, você pode se basear nos editais anteriores.

A partir daí, vale a pena conhecer o texto oficial das leis. O material está disponível nos sites oficiais do governo.

Ocorre que a linguagem legislativa pode ser muito hermética, especialmente para quem nunca trabalhou na área. É preciso “decifrar” ou “traduzir” o conteúdo. Nesse ponto, os cursos preparatórios são uma ótima alternativa.

Aqui no Andresan – Cursos & Concursos, por exemplo, nós oferecemos aulas direcionadas a quem pretende tentar uma vaga como Oficial de Justiça. Nossos 22professores são preparados para tirar qualquer dúvida. Além disso, possuímos apostilas com textos de referência e diversos exercícios para você praticar.

Inclusive, realizar simulados é uma ótima forma de testar as próprias habilidades. Você pode tomar como base as provas dos concursos passados, também disponíveis on-line.

Quer mais dicas? Então aproveite para vasculhar o nosso blog! Temos artigos que ensinam como montar uma rotina de estudos, como aumentar a produtividade e como revisar a matéria. Como foco e determinação, você conseguirá resultados incríveis e ficará mais perto da aprovação num concurso público. Boa sorte!

Dicas para se sair bem no concurso do TRF4

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O concurso público para o Tribunal Regional Federal da 4ª região (TRF4) acontece no próximo dia 04 de agosto. A esta altura, você certamente já está estudando e revisando a matéria prevista no edital, certo? Ainda assim, sempre há tempo para absorver novas dicas e se dar bem na prova.

A seguir, elencamos alguns tópicos relevantes para os candidatos que vão participar do certame. Confira nossas sugestões e boa sorte!

Dedique-se às questões de Língua Portuguesa

Essa matéria cai em qualquer processo seletivo para cargo público, e não seria diferente no concurso do TRF4. As questões de Língua Portuguesa compõem a maior parte da prova de Conhecimentos Gerais. Portanto, acertá-las significa ter mais chances de aprovação.

Dedique-se, especificamente, a regras de acentuação, ortografia e pontuação. Outros assuntos que podem ser cobrados são: emprego de tempos e modos verbais; concordância verbal e nominal; e, claro, interpretação de texto.

Aprofunde-se nos estudos de caso

Todos os candidatos, com exceção do cargo de técnico judiciário – área administrativa, precisarão se dedicar a estudos de caso. São questões práticas que demandam interpretação de texto, conhecimentos específicos e clareza nas respostas.

As temáticas variam. Para analista da área Judiciária, haverá um caso relacionado a direito previdenciário e outro sobre direito administrativo. Os postulantes a oficial da Justiça Federal abordarão processo civil e processo penal. Já os aspirantes a técnico judiciário deverão falar sobre segurança de dignitários e gerenciamento de crise.

Qualquer que seja a sua situação, lembre-se de formular frases diretas e concisas, sem rodeios para chegar ao assunto. Uma boa dica para treinar é ler provas anteriores e pesquisar exemplos de respostas que pontuaram bem.

Para técnicos da área administrativa, haverá redação. As normas de concisão e clareza também valem nesse caso.

Priorize o processo civil (sem se esquecer das outras matérias)

Ninguém pode afirmar com convicção quais temas cairão no concurso do TRF4. Porém, dadas as rotinas dos servidores, é bem provável que processo civil seja uma matéria exigida tanto dos candidatos a técnico quanto dos postulantes a analista.

Isso não significa que você deva conhecer apenas esse tópico. Certamente haverá perguntas sobre direito administrativo e penal, conforme previsto no edital do certame.

No entanto, se você é da turma que deixou os estudos para a última hora, processo civil pode ser um “curinga”. Priorize esse conteúdo.

Prepare os ânimos para a prova do TRF4

Nós já falamos e reiteramos, aqui no blog, que a preparação para um concurso público não se restringe às apostilas. Sim, ler e revisar o material é importante, mas você também deve estar com a cabeça relaxada no dia D.

Experimente praticar meditação e atividades físicas nas semanas antecedentes à prova. Tenha uma boa noite de sono na véspera. E, por fim, lembre-se de se alimentar corretamente. Frutas, iogurte e pães integrais fornecem a nutrição adequada sem pesar no estômago.

Esperamos que as sugestões de hoje ajudem você a se sair bem no concurso do TRF4. Quer mais dicas? Então continue acompanhando o nosso blog! Obrigado pela companhia e até logo.